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Jornadas da Primavera. O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Transformação. 3 de junho 2025

Posted by on Mai 21, 2025 in Definições, Notícias | 0 comments

Jornadas da Primavera. O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Transformação. 3 de junho 2025

Em 2025, o Dia Internacional dos Museus explora o tema do “Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Transformação”, sublinhando como os museus podem contribuir para o desenvolvimento das comunidades, num mundo marcado por profundas mudanças sociais, tecnológicas e ambientais.

Os museus são mais do que espaços de preservação. São agentes ativos na formação de comunidades sustentáveis e inclusivas. Alinhado com os objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o tema recorda-nos como os museus apoiam as economias locais ao criar oportunidades de emprego e oferecer programas educacionais que empoderam as comunidades e como os museus, ao fomentar a criatividade e abraçar os avanços tecnológicos, impulsionam a inovação e melhoram a acessibilidade, a inclusão e a participação.

Em suma, o tema o futuro convida-nos a pensar os museus como agentes dinâmicos, adaptáveis e profundamente enraizados nas necessidades sociais do presente e das mais variadas comunidades.

PROGRAMA

MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA

ANFITEATRO MANUEL VALADARES – 3 DE JUNHO 2025

9h00 – Recepção dos participantes

9H30 – O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Transformação  │ David Felismino (ICOM Portugal)

10h00 – Honrar os antepassados através do património cultural. As visitas participadas do coletivo Tributo aos Ancestrais às coleções do MUHNAC – ULisboa  │ Marta Lourenço (MUHNAC-ULisboa), Aristóteles Kandimba (Tributo aos Ancestrais), Manuel Dias dos Santos (Tributo aos Ancestrais)

10h30 –Museu na Aldeia: comunidades que partilham são comunidades do futuro │ Raquel Gomes (Museu na Aldeia), Gabriela da Rocha (Museu na Aldeia)

11h00 – Pausa Café

11h30 – De ‘Unhas Negras’ a património: uma ligação com história(s)  │ Tânia Reis (Museu da Chapelaria de São João da Madeira)

12h00 – Museus, interioridade e novas mobilidades: o “Projeto Memórias da Travessia”. A renovação das seivas da vida num território de acolhimento. Aproximação breve │ Pedro Miguel Salvado (Museu Arqueológico José Monteiro, Fundão)

12h30 – Debate

13h00 – Encerramento

INSCRIÇÕES

Entrada livre, mediante inscrição prévia para:https://forms.gle/bYvFJKT2TumDFoz89

RESUMOS E NOTAS BIOGRÁFICAS DOS ORADORES

RESUMOS E NOTAS BIOGRÁFICAS_O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida TransformaçãoDescarregar

MAIS INFORMAÇÕES

info@icom-portugal.org

O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Transformação. Dia Internacional dos Museus 2025.

Posted by on Mai 18, 2025 in Destaques, Notícias | 0 comments

O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Transformação. Dia Internacional dos Museus 2025.

Celebrado anualmente no dia 18 de maio, o Dia Internacional dos Museus é uma oportunidade para refletirmos sobre o papel fundamental dos museus na preservação da memória coletiva, na educação e no fortalecimento cultural das comunidades. 

Em 2025, o tema “O Futuro dos Museus em Comunidades em Rápida Transformação” convida a pensar-nos como agentes dinâmicos, adaptáveis e profundamente enraizados nas necessidades sociais do presente.

Vivemos tempos de mudanças aceleradas – sociais, tecnológicas, climáticas e políticas – que afetam as formas como as pessoas se relacionam com a cultura, com o passado e com a própria identidade. Neste contexto, precisamos de ir além do papel tradicional de guardiões de bens culturais. Devemos tornar-nos espaços vivos de diálogo, inclusão e inovação, onde diferentes vozes são ouvidas e novas narrativas construídas.

O futuro dos museus depende da nossa capacidade de nos reinventarmos: adotando tecnologias digitais, promovendo práticas sustentáveis, democratizando o acesso ao conhecimento e engajando comunidades locais através de processos inovadores e efetivos de participação, de criação e de gestão. Isso significa abrir as portas – físicas e simbólicas – para novas perspetivas, especialmente de grupos historicamente marginalizados.

Em comunidades em rápida transformação, podemos e devemos ser pontos de ancoragem cultural, locais de resistência à homogeneização e ferramentas para a construção de futuros mais justos e colaborativos. Podemos atuar como pontes entre o passado e o futuro, entre o local e o global, entre o individual e o coletivo.

Neste Dia Internacional dos Museus 2025, somos convidados a repensar o museu não apenas como um espaço para olhar o que foi, mas como um laboratório de ideias e possibilidades para o que ainda pode vir a ser.

Ao imaginar o futuro dos museus em comunidades em rápida transformação, não podemos ignorar os desafios e ameaças que surgem no cenário internacional — especialmente no que diz respeito à crescente repressão de políticas de inclusão, diversidade e justiça social em diversas partes do mundo, onde programas voltados para a equidade racial, de género e orientação sexual têm sido alvo de ataques legislativos e campanhas ideológicas. Num momento ainda em que os museus refletem e trabalham no sentido de uma narrativa crítica do colonialismo, não podemos ignorar os atuais cenários de guerra, responsáveis pela morte de milhares de civis, deslocamentos em massa, destruição sistemática de infraestrutura e um colapso humanitário de proporções alarmantes, indo contra e violando todos os valores universais que gerem a nossa vida coletiva em sociedades democráticas. 

Se aspiramos, por fim, a ser espaços relevantes numa sociedade em rápida transformação, precisamos também de olhar para outros problemas contemporâneos que afetam e interessam diretamente às comunidades, desde as graves dificuldades de acesso à habitação, o aceleramento da desertificação do mundo rural, o agravamento dos fenómenos de empobrecimento e das situações de pobreza extrema, entre muitos outros.

Nestes cenários, os museus enfrentam um dilema: resistem ou se adaptam a pressões políticas?

Se desejarmos realmente ser espaços de transformação, precisamos posicionar-nos com coragem. A tentação da neutralidade institucional, muitas vezes apresentada como “equilíbrio”, pode, nesse contexto, equivaler a um grave silenciamento. É justamente nos contextos de repressão que o compromisso com a diversidade, a representatividade e a escuta ativa se torna mais necessário — e mais arriscado.

O futuro dos museus depende, portanto, das decisões éticas e estratégicas tomadas agora. Devemos ser plataformas de resistência cultural e de educação crítica. A questão é urgente: num mundo onde as transformações sociais acontecem em velocidade recorde, mas nem sempre na direção do progresso, precisamos de reafirmar o nosso papel de promotores da democracia, da pluralidade e da liberdade de expressão.

O futuro dos museus não é apenas uma questão de inovação tecnológica, de sustentabilidade e de democracia cultural — é, sobretudo, uma questão de responsabilidade política e de coragem institucional frente à regressão dos direitos universais humanos. O medo sempre foi e será sempre inimigo da liberdade.

Por fim, este dia é, para o ICOM Portugal, um dia de celebração dos profissionais de museus que recordamos, mais do que agentes, são os motores deste processo de contante passagem de testemunhos e de construção de novas leituras, com a sociedade. Os profissionais dos museus são, por isso, essenciais na continuação da construção do futuro, assente sobre o conhecimento informado e partilhado do passado. Há que continuar a valorizar as suas carreiras e as suas condições de trabalho.

Criado estatutariamente como associação em 20 de maio 1975, o ICOM Portugal celebra 50 anos de vida associativa, este ano. Enquanto representante nacional da maior organização internacional de museus e de profissionais de museus dedicada à preservação e divulgação do património natural e cultural, do presente e do futuro, tangível e intangível, o ICOM Portugal não pode deixar, hoje e este ano, em particular, de reforçar a necessidade urgente de ação por parte do Estado na tomada de medidas concretas e duradouras para a valorização dos museus portugueses e dos seus profissionais. 

Um ótimo Dia Internacional dos Museus 2025!

Lisboa, 18 de maio 2025

David Felismino

Presidente do ICOM Portugal

Para download e leitura:

Quotas membros individuais e institucionais 2025

Posted by on Dez 1, 2024 in Destaques, Notícias | 0 comments

Quotas membros individuais e institucionais 2025

Encontram-se a pagamento as quotas de todas as categorias de membros, de 1 de dezembro 2024 a 31 de março 2025.

Em 2025, o valor das quotas do ICOM Portugal sofre uma alteração, conforme tabela aprovada por unanimidade, em votação na última Assembleia Geral, realizada em 24 de março 2024, no Palácio Nacional da Ajuda.

O pagamento deverá ser efetuado por transferência bancária para a conta:

Millennium BCP 0033-0000-45306336596-05. 

O comprovativo deverá ser enviado por email para info@icom-portugal.org

Toda a informação a respeito das quotas 2025 encontra-se atualizada no site do ICOM, bem como na circular enviada a todos os membros ativos:

Lisboa, 1 de dezembro 2024

David Felismino

Presidente da Comissão Nacional Portuguesa do ICOM

Jornada sobre Prevenção do Tráfico Ilícito de Bens Culturais. Porto, 14-15 de novembro 2024

Posted by on Nov 7, 2024 in Destaques, ICOM Portugal, Notícias | 0 comments

Jornada sobre Prevenção do Tráfico Ilícito de Bens Culturais. Porto, 14-15 de novembro 2024

Recordar a Convenção da UNESCO de 1970 relativa às Medidas a Serem Adotadas para Proibir e Impedir a Importação, Exportação e Transferência de Propriedades Ilícitas dos Bens Culturais, que celebra seu 54° aniversário no dia 14 de novembro 2024, é mais do que nunca fundamental. 

O fluxo ilícito de bens culturais permanece o terceiro maior em termos de volume, depois das drogas e das armas. Uma questão cultural, este negócio obscuro que prospera em áreas de conflito, também se tornou uma ameaça à paz e à segurança internacional.

Todavia, em meio século, muito foi alcançado para desenvolver leis preventivas, treinar profissionais, fortalecer a cooperação internacional e incentivar a devolução de obras furtadas ou exportadas ilegalmente. Uma maior consciência sobre os danos culturais, morais e materiais causados por esse tráfico, agora reconhecido como crime de guerra pelas Nações Unidas, é a prova disso.

Com esta jornada, que assinala pela primeira vez em Portugal o Dia Internacional contra o Tráfico Ilícito de Bens Culturais, organizada em estreita colaboração e com o apoio do CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar «Cultura, Espaço e Memória», da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, e do Município do Porto, o ICOM Portugal pretende sublinhar a importância da Convenção de 1970, contribuindo para aumentar a consciencialização, melhorar o intercâmbio de informações e cooperação (incluindo com países não pertencentes à UE) e fortalecer a capacitação e especialização, com a apresentação de novos projetos internacionais relacionados com a prevenção do tráfico ilícito.

Os trabalhos de dia 14 de novembro serão dirigidos em inglês, sem lugar a tradução simultânea. A participação é gratuita, carecendo de inscrição obrigatória através de email para direccao@icom-portugal.org

PROGRAMA

DIA 14 DE NOVEMBRO

09:00 – Welcome. Check-in

10:00 – Opening session

Inês Amorim, Coordenadora Científica do CITCEM/DHEPI/FLUP

Maria Helena Gil Braga, Chefe da Divisão Municipal de Arquivo Histórico do Município do Porto

David Felismino, Presidente do ICOM Portugal

10:20 – [Keynote, Video conference] What has really changed in the antiquities world since 1970?, Cristos Tsirogiannis | Head of the Working Group Illicit Antiquities Trafficking of the UNESCO Chair on Threats to Cultural Heritage and Cultural Heritage-related Activities (Ionian University, 2022-present)

11:20 – Coffee break (Edifício Principal, Piso 2)

11:40 – [Video conference] Prevention and response to illicit trafficking in cultural goods in the context of museums, Elke Kellner | Director of ICOM Austria. Board of ICOM Europe. Board of Blue Shield Austria

12:40 – Debate

13:00 – Lunch break (on your own)

14:30 -[Video conference] The PITCHER Project – Preventing Illicit Trafficking in Cultural Heritage: Educational Resources. Mobilising youth to support the international policy context, Pier Giacomo Sola | Michael Culture Association

15:30 – Coffee break (Edifício Principal, Piso 2)

15:50 -[Video conference] Open educational resources developed in PITCHER. Guilty Treasures; Let’s simulate the dynamics of the game?, Pier Giacomo Sola | Michael Culture Association

17:30 – Closing session 

Paula Menino Homem, CITCEM/DCTP/FLUP

Miguel Rodrigues, Diretor do Departamento Municipal de Gestão do Património Cultural do Município do Porto

Maria José Santos, ICOM Portugal

DIA 15 DE NOVEMBRO

10:30 – Visita orientada ao Museu Romântico

Duração: cerca de 120 minutos.

Mediação: Cada grupo será acompanhado por um elemento da mediação e um da gestão de coleções do Museu. A saber: Rita Ladeiro e Manuela Monteiro, Manuela Neves e Marlene Rocha.

14:30 – Visita orientada ao Museu Nacional Soares dos Reis

Duração: cerca de 90 minutos.

Mediação: Os grupo serão acompanhados Liliana Aguiar e Ana Mântua.

Nota: As visitas serão orientadas em português. A participação é gratuita, carecendo apenas de inscrição obrigatória através de email para direccao@icom-portugal.org, estando sujeitas a uma lotação máxima.

Gestão de Riscos em Património Cultural. Curso de Formação. Outubro 2024.

Posted by on Nov 6, 2024 in Destaques, Notícias | 0 comments

Gestão de Riscos em Património Cultural. Curso de Formação. Outubro 2024.

INSCRIÇÃO

Obrigatória (até 6 de outubro): direccao@icom-portugal.org

PREÇO

50,00 euros (sócios do ICOM) / 80,00 euros (não sócios). 

Por transferência bancária: Millennium BCP 0033-0000-45306336596-05.

PROGRAMA

Online – Plataforma Zoom

1ª sessão
2ª feira – 07/10/2024 – 18h-20h 
1hDireção do ICOM e Formadores 
 Apresentação do curso e dos formadores 
1h Participantes  
  Apresentação dos participantes
2ª sessão
4ª feira – 09/10/2024 – 18h-20h 
2hFormador: Xavier Romão 
 Conceitos básicos de gestão de riscos 
Ciclo de gestão de riscos
Perceção e comunicação do risco 
Perigos e perigosidade 
Exposição aos perigos  

Plano de gestão de riscos 
Componentes do plano associadas aos riscos do edifício 
Componentes do plano associadas aos riscos das coleções
Enquadramento de situações de exceção (exposições temporárias, eventos não regulares, obras) 

Enquadramento de emergências 
3ª sessão
6ª feira – 11/10/2024 – 18h-20h 
2h Formador: Esmeralda Paupério 
 Inspeção e manutenção de edifícios 
Prevenção de riscos associados à vulnerabilidade do edifício 
Manutenção preventiva Intervenções de urgência Sinais de alerta relacionados com a segurança estrutural 
Organização espacial de bens móveis em função da vulnerabilidade do edifício 
4ª sessão
2ª feira – 14/10/2024 – 18h-20h 
2h Formador: Alexandre Martins 
 Medidas de prevenção e mitigação de risco de incêndio para património cultural móvel
Sistemas para deteção de incêndio Sistemas para combate a incêndio (manuais e automáticos, técnicas e tecnologias disponíveis) 
Medidas de proteção contra incêndio 
Aspetos específicos dos protocolos de evacuação e de proteção in-situ  
5ª sessão
4ª feira – 16/10/2024 – 18h-20h 
2h Formador: Xavier Romão
 Medidas de prevenção e mitigação de risco de cheias para património cultural móvel 
Medidas de redução dos impactos das cheias     Aspetos mais específicos dos protocolos de evacuação e de proteção in-situ  

Medidas de prevenção e mitigação de risco sísmico para património cultural móvel Sistemas de proteção contra o efeito dos sismos Aspetos mais específicos dos protocolos de evacuação e de proteção in-situ
6ª sessão
6ª feira – 18/10/2024 – 18h-20h 
2h Formador: Alexandre Martins 
 Medidas de prevenção e mitigação de risco de intrusão, vandalismo e furto do património cultural móvel 
Sistemas para deteção de intrusão e de controlo de acessos 
Sistemas de televigilância 
Medidas de proteção para peças especificas Integração dos sistemas de segurança contra incêndio e intrusão 
Aspetos de compatibilização de protocolos de evacuação para proteção das pessoas (em caso de sinistro) com medidas de proteção patrimonial O problema da proteção durante o salvamento de património móvel em consequência de sinistros 
O problema da proteção do património digitalizado (ciber segurança) 
7ª sessão
2ª feira – 21/10/2024 – 18h-20h 
2h Formador: Cláudia Rodrigues-Carvalho  
 Planeamento de atuação em emergência em património cultural  
Ações e protocolos previstos preventivamente Planeamento preliminar, diagnóstico de coleções, capacitação de equipas, simulações e articulação com atores externos
Ações e protocolos durante situações de emergência e/ou sinistros: orientações gerais para segurança de vidas e acervos
Ações e protocolos pós-emergência e/ou sinistros
Diagnósticos de situação, planeamento de intervenções e manejo de danos
Reflexões e planeamentos de médio e longo prazo após emergências/sinistros  
8ª sessão
4ª feira – 23/10/2024 – 18h-20h 
2h Formador: Cláudia Rodrigues-Carvalho 
 Emergências e catástrofes no Brasil: alguns exemplos. 
Estudo de caso: O incêndio do Museu Nacional/UFRJ e a atuação da Equipe de Resgate de Acervos. 
9ª sessão
6ª feira – 25/10/2024 – 18h-20h 
2hFormador: Paula Menino Homem
 Gestão do risco ambientalParâmetros ambientais: Humidade relativa, temperatura, radiações, qualidade do ar, ventilação- Mecanismos e evidências de atuação. Relações sinérgicas- Monitorização e controlo 
10ª sessão
2ª feira – 28/10/2024 – 18h-20h 
2hFormador: Paula Menino Homem
 Gestão do risco de atividade biológica
Macro e microrganismos
Condições de conforto e proliferação
Mecanismos e evidências de atuação
Monitorização e controlo 

FORMADORES 

Alexandre Ferreira Martins é engenheiro técnico eletrotécnico. Nos últimos 29 anos exerce atividade de projetista e consultor em segurança contra riscos de incêndio em edifícios, instalações elétricas, de telecomunicações e de segurança integrada. Integrou equipes na especialidade se SCIE em projetos para construção nova e reabilitação de diversos edifícios culturais nomeadamente Museus em Portugal (MAC da Fundação de Serralves) e outros países como Brasil (Fundação Iberê Camargo em Porto Alegre e IMS em São Paulo), Suíça (Centre de Recherche et de Conservation des Collections Archéologiques, Paléontologiques et des Sciences Naturelles du Canton du Jura– trabalho em curso), Itália (Piazza Garibaldi em Cantú e Metro de Nápoles Museu e ruinas arqueológicas), Geórgia (Consultadoria para Georgian National Museum), Iraque (Alshaab Stadium, Baghdad), China (MoAE de Ningbo) e Coreia do Sul (Art Pavillion, Saya Park). É membro de organizações profissionais nacionais e internacionais; OET desde 1992; NFPA (AEBO) desde 2005 e SFPE desde 2017. 

Claudia Rodrigues-Carvalho é arqueóloga, professora associada e curadora da coleção osteológica humana do setor de antropologia Biológica do Departamento de Antropologia do Museu Nacional/UFRJ. Possui mestrado e doutorado em Saúde Pública, com foco no estudo de saúde e condições de vida de populações pré-históricas. Atua nas áreas de arqueologia, bioantropologia, memória e patrimônio. Foi diretora do Museu Nacional/UFRJ e desde 2018 é coordenadora do Núcleo de Resgate de Acervos, na mesma instituição. É diretora do SIMAP/UFRJ (Sistema de Museus, Acervos e Patrimônio Cultural da UFRJ) unidade ainda em estruturação voltada para a proposição e colaboração na construção de políticas dedicadas à salvaguarda e difusão do patrimônio histórico, científico e artístico da universidade. 

Esmeralda Paupério é engenheira civil e integrou durante mais de 20 anos o Núcleo de Reabilitação do Instituto da Construção da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto (FEUP) na área da inspeção, diagnóstico e intervenções de âmbito estrutural em particular na área do património cultural imóvel. Possui o Mestrado em engenharia civil e uma Pós-Graduação em pintura mural. Tem trabalhado na área de gestão de riscos do património cultural móvel e imóvel. É docente convidada do Curso Estudos Avançados em Reabilitação do Património Edificado da FEUP. É membro do Conselho de Administração do ICOMOS Portugal, membro do Comité Internacional para a Preparação para o Risco (ICORP) do ICOMOS, membro da UNESCO Roster for Culture in Emergencies e membro convidada do Grémio do Património (GECoRPA). 

Paula Menino Homem é Professora Auxiliar no Departamento de Ciências e Técnicas do Património, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto. É investigadora integrada no Centro de Investigação Transdisciplinar “Cultura, Espaço e Memória”, Grupo Educação e Desafios Societais. Possui formação de 1º ciclo em História – Variante de Arqueologia e em Conservação e Restauro de Bens Arqueológicos e Etnográficos, mestrado em Química Aplicada ao Património Cultural e doutoramento em Museologia, desenvolvendo a área da Conservação Preventiva. Os seus interesses de investigação enquadram os domínios das tecnologias de materiais, agentes e processos de alteração, vulnerabilidades e gestão do risco para o Património Cultural e para sua conservação preventiva, considerando a comunicação e a educação para a sua proteção integrada e sustentada, especialmente em contextos de museus e naqueles com políticas de inclusão das comunidades. Foi membro da Direção do ICOM-PT (2008-14) e integra o seu Conselho Fiscal (2023-26). É membro do ICOM-CC e do Grupo de Especialistas do International Blue Shield.

Xavier Romão é engenheiro civil e Professor Auxiliar do Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto. Desenvolve atividade científica na área da avaliação do risco para múltiplos perigos com aplicações, em particular, a património cultural imóvel e móvel. É vice-presidente do Comité Internacional para a Preparação para o Risco (ICORP) do ICOMOS (International Council on Monuments and Sites), membro da Direção da Sociedade Portuguesa de Engenharia Sísmica, membro da UNESCO Roster for Culture in Emergencies, e membro da Structural Extreme Events Reconnaissance (StEER) Network.

ORGANIZAÇÃO

ICOM Portugal

PARCEIROS

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto 

ICS – Instituto da Construção Sustentável / Departamento de Engenharia Civil da Universidade do Porto

Museu Nacional da UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro 

SIMAP – Sistemas de Museus, Acervos e Património Cultural da UFRJ

UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro

CITCEM – Centro de Investigação Transdisciplinar Cultura, Espaço, Memória

Faculdade de Letras da Universidade do Porto